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Última atualização em 28/05/2020 19:25
COVID-19
Coronavírus: saiba o que é

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1. O quadro da pessoa com COVID-19 pode variar de leve a moderado, semelhante a uma gripe. Alguns casos podem ser mais graves, por exemplo, em pessoas que já possuem outras doenças. Nessas situações, pode ocorrer síndrome respiratória aguda grave e complicações. Em casos extremos, pode levar a óbito.

 

Fonte:

https://coronavirus.saude.gov.br/ http://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/assets/images/Q&A-corona-virus.pdf;

 

 

Os sintomas da Covid-19

 

A COVID-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresentará sintomas leves a moderados da doença e não precisarão ser hospitalizadas.

 

Sintomas mais comuns:

febre

tosse seca

cansaço

 

Sintomas menos comuns:

 

dores e desconfortos

dor de garganta

diarreia

conjuntivite

dor de cabeça

perda de paladar ou olfato

erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

 

Sintomas graves:

 

dificuldade de respirar ou falta de ar

dor ou pressão no peito

perda de fala ou movimento

Procure atendimento médico imediato se tiver sintomas graves. Sempre ligue antes de ir ao médico ou posto de saúde, clínicas ou hospitais.

Pessoas saudáveis que apresentarem os sintomas leves devem acompanhar seus sintomas em casa.

Em média, os sintomas aparecem após 5 ou 6 dias depois de ser infectado com o vírus. Porém, isso pode levar até 14 dias.

 

 

Transmissão

 

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: espirro, tosse, catarro, gotículas de saliva, contato físico com pessoa infectada, contato com objetos e superfícies contaminadas.

Diante disso:

 

- Lave bem as mãos (por pelo menos 20 segundos) com água e sabão ou utilize álcool em gel.
- Cubra sempre o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, porém, não com as mãos e sim com o cotovelo.
- Utilize lenço descartável para higiene nasal.
- Evite aglomerações se estiver doente.
- Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado.
- Mantenha os ambientes bem ventilados.
- Não compartilhe nenhum objeto pessoal.
- Deslocamentos/viagens devem ser evitados

Fonte:

https://coronavirus.saude.gov.br/ http://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/assets/images/Q&A-corona-virus.pdf;

 

 

Aprendendo mais sobre o Coronavírus

(Perguntas e respostas)

 

O que são coronavírus?

 

Os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças respiratórias de diferentes intensidades, variando desde uma doença leve até a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS). A infecção pelo coronavírus é de grande importância para a saúde pública porque é facilmente transmitida de pessoa a pessoa. O novo coronavírus foi identificado na China em dezembro de 2019 e é identificado pela sigla SARSCoV-19.

 

O que é COVID-19?

 

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo novo coronavírus. Os primeiros casos da doença surgiram em forma de surto com 10 óbitos em Wuhan, na China, em dezembro de 2019. Quão grave é a COVID-19? Algumas pessoas infectadas pelo vírus podem não apresentar sintomas ou apresentar sintomas discretos. Amaioria das pessoas infectadas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de uma em cada seis pessoas com COVID-19 pode desenvolver a doença em sua forma mais grave.

 

Quem pode pegar a doença?

 

Por se tratar de um novo vírus, a população mundial está totalmente susceptível e a ocorrência de um grande número de casos aumenta o aparecimento de casos graves, com necessidade de internação. Contudo são mais vulneráveis a desenvolver as formas graves da doença as pessoas idosas e/ou com comorbidades, ou seja, com outras doenças associadas como por exemplo: pressão alta, problemas cardíacos, diabetes e pessoas em tratamento para câncer, têm maior probabilidade de desenvolver doença respiratória grave.

 

Qual a forma de transmissão do vírus?

 

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio da respiração e gotículas emitidas pela tosse, espirro, saliva. Por isso, o contato social deve ser restrito mantendo distância entre as pessoas. A transmissão também se dá pelo contato com superfícies contaminadas como maçanetas, corrimãos e outras superfícies contendo as gotículas contaminadas. A sobrevivência do vírus nestas superfícies ainda é objeto de estudo.

 

Pessoas sem sintomas podem transmitir o coronavírus?

 

Apesar de baixo, sim existe o risco de transmissão do vírus sem que haja sintomas. Muitas pessoas sentem apenas sintomas leves, especialmente nos estágios iniciais. Por isso, é possível pegar COVID-19 de alguém que teve apenas uma tosse leve sem se sentir doente, por exemplo.

 

Quanto tempo o vírus resiste fora do corpo?

 

Segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde, agência do governo dos Estados Unidos, o novo coronavírus(Covid-19) pode sobreviver fora do organismo humano por horas ou até três dias, de acordo com o tipo de superfície. Em plástico ou aço inoxidável, ele pode chegar a dois ou três dias de sobrevida. No ar, pode resistir por 3 horas. Em cobre, por 4 horas. Já em papelão, por 24 horas. Contudo, com base na tese dos cientistas, uma pessoa pode contrair o Covid-19 apenas por compartilhar o ambiente com uma pessoa infectada, ainda que horas mais tarde. O estudo, porém, não é conclusivo a respeito da contaminação pelo ar. Deve-se saber ainda que o tempo de contaminação vai depender da superfície, clima e temperatura do ambiente. Assim, não pode-se afirmar que no Brasil, o vírus irá se comportar da mesma forma que descrita no estudo citado.

 

Produtos vindos da China podem conter o vírus?

 

O Ministério da Saúde afirma que não há nenhuma evidência que produtos enviados da China para o Brasil tragam o novo coronavírus.

 

Animais podem se infectar pelo coronavírus?

 

Sim, coronavírus é uma família de vírus comuns em animais e por isso é considerado uma zoonose. A infecção em humanos ocorre ocasionalmente, e acaba sendo uma grande preocupação para a saúde pública. O vírus SARS-CoV, por exemplo, foi associado a civetas (uma espécie de gato selvagem) e o MERSCoV a dromedários. Possíveis fontes animais de COVID-19 ainda não foram confirmadas. Para se proteger, evite contato direto com animais selvagens e com superfícies em contato com eles e mantenha boas práticas de segurança alimentar ao manusear carnes cruas. Não há evidências de que animais domésticos, como gatos ou cães, tenham sido infectados ou possam transmitir o vírus que causa a COVID-19.

 

Quais são os sintomas do novo coronavírus?

 

Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, como febre, tosse e dificuldade para respirar.

 

Posso pegar o coronavírus comendo alimentos preparados por outras pessoas?

 

Ainda não há clareza sobre essa questão. O vírus tende a ser morto durante o cozimento. Contudo, o COVID-19 e outros coronavírus foram detectados nas fezes de alguns pacientes, portanto, atualmente não podemos descartar a possibilidade de transmissão ocasional de manipuladores de alimentos infectados.

 

Se alguém apresentar esses sintomas, o que deve ser feito?

 

Os pacientes com sintomas devem manter-se isolados de outras pessoas, se necessário utilizar máscaras e procurar serviço médico sempre que necessário para o tratamento dos sintomas. Alguns casos podem ser investigados com coleta de secreções para exames, conforme a situação na localidade. Além do tratamento para os sintomas, recomenda-se repouso e hidratação, além de ficar atento a sinais de complicação como falta de ar e dificuldade para respirar.

 

Existe alguma forma de prevenção?

 

A restrição de contato social se mostra muito eficiente para a redução do risco de transmissão: evitar abraços, beijos e apertos de mãos. As medidas de etiqueta respiratória (utilizar lenço descartável para higiene nasal e descartá-lo adequadamente; tossir ou espirrar cobrindo a boca com a dobra do cotovelo, nunca com as mãos; evitar tocar o rosto, olhos, nariz e boca) ajudam a controlar a disseminação das gotículas contaminadas. A lavagem das mãos frequente e adequada é a estratégia chave para a proteção individual e devem ser amplamente estimuladas em todos os ambientes. Quando houver impossibilidade de lavar as mãos com água e sabão poderá ser usado o álcool gel.

 

Máscaras são necessárias?

 

Sim, muito necessárias neste momento. E mais: todos devem sempre fazer a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel, e evitar contato com mucosas de nariz, boca e olhos. São cuidados simples, importantes e que devem ser frequentes para prevenir doenças contagiosas.

 

Alguém que é imunocomprometido deve usar máscara?

 

Se você estiver imunocomprometido por causa de uma doença ou tratamento, converse com seu médico sobre a recomendação de uso de máscara. O mais indicado é evitar se expor em contato com outras pessoas.

 

 

Como é feito o diagnóstico do novo coronavírus?

 

O diagnóstico do novo coronavírus é feito através da coleta de secreções respiratórias para a identificação da presença do vírus em laboratório. Trata-se de técnica complexa e recomenda-se que seja feita somente nos laboratórios de referência do Ministério da Saúde. O diagnóstico clínico, ou seja, exame físico feito pelo profissional médico, é altamente relevante para o tratamento oportuno e o monitoramento dos sinais de complicação. O contato com outros casos pode apontar vínculo epidemiológico e ser utilizado para a conclusão do diagnóstico.

 

Como é feito o tratamento do novo coronavírus?

 

O tratamento é feito com base nos sintomas de cada paciente. Não existe tratamento específico. Além de remédios sintomáticos, recomenda-se repouso, hidratação, boa alimentação e isolamento social.

 

Produtos com ibuprofeno não podem ser usados em caso de suspeita do novo coronavírus?

 

Essa informação está sendo amplamente compartilhada nas redes sociais. Contudo, não há evidências científicas de que o ibuprofeno traga riscos aos pacientes portadores do novo coronavírus. Contudo, considerando que a OMS (Organização Mundial de Saúde) desaconselha o uso desse medicamento, podese utilizar outros antitérmicos tão eficientes que, comprovadamente, não causam prejuízos aos casos suspeitos. São eles: Dipirona e Paracetamol.

 

A maior incidência da doença se dá em homens ou mulheres?

 

A análise da pandemia até o momento aponta maior prevalência em homens.

 

Qualquer hospital pode receber esse paciente?

 

Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital com condições de oferecer isolamento seguro com suporte de terapia intensiva, se houver necessidade. Os casos leves devem ser acompanhados ambulatorialmente pela Atenção Primária em Saúde (postos de saúde), sendo instituídas medidas de precaução domiciliar.

 

Qual é a diferença dessa doença para uma gripe, já que os sintomas são parecidos?

 

No início da doença, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo novo coronavírus em comparação com os demais. Com a evolução da doença, os casos mais graves têm apresentado algumas características próprias de insuficiência respiratória, que tornaram-se alvo de discussões médicas. De qualquer forma, seja lá qual for o agente causador da infecção, isso não irá interferir no tratamento, cujos cuidados serão direcionados aos sintomas, conforme estes forem se apresentando.

 

Qual é a orientação para quem for viajar para os países que estão com doença em circulação?

 

O Ministério da Saúde tem disponibilizado informações atualizadas sobre as áreas com transmissão a partir das informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no link: saude.gov.br/listacorona. Quando se instala uma pandemia, a circulação de pessoas entre diversos países tende a aumentar o risco de transmissão e de manutenção das taxas altas de infecção. As viagens devem ser avaliadas quanto a necessidade e oportunidade, sendo canceladas ou adiadas sempre que possível.

 

Qual a orientação para portos e aeroportos?

 

Aumentar a sensibilidade na detecção de casos suspeitos de coronavírus de acordo com a definição de caso. Além disso, reforçar a orientação para notificação imediata de casos suspeitos nos terminais. Outra medida é a elaboração de avisos sonoros com recomendações sobre sinais, sintomas e cuidados básicos. Também é importante intensificar procedimentos de limpeza e desinfecção e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), conforme os protocolos, sensibilizar as equipes dos postos médicos quanto à detecção de casos suspeitos e utilização de EPI e ficar atento para possíveis solicitações de listas de viajantes para investigação de contato, ou seja, será necessário averiguar-se com quem os passageiros tiveram contato nos últimos dias. Foram reforçadas as orientações para notificação imediata de casos suspeitos do novo coronavírus nos pontos de entrada do país, além da intensificação da limpeza e desinfecção nos terminais, como prevê a Anvisa.

 

Por quanto tempo a doença pode ficar incubada?

 

Incubação é o tempo que transcorre entre o contágio e os primeiros sintomas. As observações do novo coronavírus até o momento demonstram que esse período pode variar de 4 a 14 dias.

 

Devo evitar viajar de avião, ônibus e outros transportes coletivos? Sim, a restrição de contato social inclui o contato em transportes públicos.

 

Voltei de viagem internacional, o que devo fazer?

 

Mesmo se não tiver os sintomas referidos recomenda-se isolamento domiciliar por 7 dias. Caso apresente sintomas neste período, procure a unidade de saúde mais próxima. Tive contato com alguém que viajou para algum dos países com altos índices de contaminação. O que fazer? Se nem você nem a pessoa apresentaram sintomas, não é preciso fazer exames específicos. Esse exame só é indicado para pacientes sintomáticos (febre e outros sintomas respiratórios) que retornaram de viagem internacional recente nos últimos 14 dias. Os pacientes com sintomas devem manter-se isolados de outras pessoas, se necessário utilizar máscaras e procurar serviço médico sempre que necessário para o tratamento dos sintomas. Além disso, recomenda-se repouso e hidratação, além de ficar atento a sinais de complicação como falta de ar e dificuldade para respirar.

 

Existe uma vacina disponível para o coronavírus?

 

Nenhuma vacina está disponível até este momento, embora os cientistas estejam trabalhando para isso. Em 2003, os cientistas tentaram desenvolver uma vacina para prevenir a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), mas a epidemia terminou antes que a vacina pudesse entrar em ensaios clínicos.

 

Quais os cuidados que devo ter ao entrar em casa, chegando da rua?

 

 As medidas de higiene como lavagem das mãos e rosto e troca das vestimentas devem ser adotadas e estimuladas entre todos.

 

Como posso ajudar para não contaminar idosos em casa?

 

Você pode, por exemplo, antes de voltar para casa, depois dos seus compromissos, ligar para os mais idosos da família, círculo social e proximidades da sua casa e ver se precisam de algo do mercado, padaria ou farmácia. Ofereça para buscar o necessário, evitando que frequentem lugares com aglomeração de pessoas.

 

Loló e cocaína podem matar o coronavírus?

 

Não. Fake news recomendando o uso de drogas ilícitas e prejudiciais à saúde estão sendo enviadas via aplicativos de mensagens e redes sociais. Não existe qualquer comprovação científica sobre o uso de drogas como loló (mistura de éter e clorofórmio) ou cocaína no tratamento da doença. Pelo contrário, as drogas podem fragilizar ainda mais o sistema respiratório. Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

 

Chá de erva-doce pode matar o coronavírus?

 

Não. Fake news com suposta orientação de médicos do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e do Hospital São Domingos já foram desmentidas pelas instituições. Mensagens falsas que citavam o chá de erva-doce como cura para o vírus H1N1 em 2018 voltaram a circular após a confirmação de casos de coronavírus no Brasil. Não há nenhuma comprovação científica quanto ao seu uso como medicamento contra o H1N1 ou com o mesmo efeito do Tamiflu. Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus. Tenho uma consulta ou exame marcados em hospital ou outro serviço de saúde nos próximos dias. Devo desmarcar ou aguardar contato do local? Faça contato telefônico com o serviço e certifique-se que medidas de segurança foram adotadas para evitar as aglomerações. Caso não haja segurança, pode se optar pelo cancelamento ou adiamento do atendimento.

 

Posso fazer exames preventivos?

 

Se não houver sintomas, não há necessidade do exame preventivo.

 

 

 

Diante da grave crise provocada pela pandemia do Coronavírus, o município de Nova Europa adotou o seguinte protocolo de medidas:

 

a) Cumprimento literal dos decretos estaduais baixados.

b) Edição de decretos municipais consonantes com a fala do Estado.

c) Barreiras de monitoramento, 24 horas por dia, em 3 acessos do município, com aferimento da temperatura corporal e fiscalização da utilização de máscaras de proteção facial.

d) Contenção ou encaminhamento ao médico de qualquer indivíduo que, porventura, apresente temperatura corporal a partir de 37.5°.

e) Distribuição de cartilha orientativa por todo o município e nos pontos de barreira.

f) Distribuição de máscaras de proteção para todos os servidores públicos e para moradores considerados em estado de vulnerabilidade social.

g) Desinfecção de ruas, calçadas, espaços públicos, estabelecimentos comerciais, Santa Casa, agências bancárias, lotérica e estabelecimentos privados.

h) Regramento para o funcionamento, com restrições, dos estabelecimentos comerciais considerados essenciais (estabelecimentos comerciais têm que, obrigatoriamente, disponibilizar álcool em gel, exigir utilização de máscara, limitar a quantidade de clientes no recinto e demarcar a distância de um cliente para outro, no solo).

i) Fiscalização promovida pelo Agente Municipal de Postura, com apoio da Polícia Militar.

 

 

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Banco do Brasil: 0800 729 0001.
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Conselho Tutelar: (16) 99747 0786.
Garagem Municipal: 3387 1180.
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Fundo Social: 3387 1297.
CRAS e Promoção Social: 3387 1661.
Esportes e Cultura: 3387 1655.
Educação: 3387 1315.
Saúde: 3387 7788 e 3387 1166.
Tributos (Engenharia/Água e Esgoto): 3387 1647.
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Paço Municipal: 3387 9411.
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